reabordagem

Somente depois da segunda cirurgia entendemos a gravidade daquele telefonema. Soubemos, depois, que aquela cirurgia não seria a última: teríamos mais duas programadas.

A terceiras cirurgia seria alguns dias depois, para “finalizar” o que tiveram de interromper pela gravidade do quadro clínico do Tom. Nos seis dias entre uma operação e outra o tempo voou. O Tom passou a maior parte do tempo dormindo, dopado. E acho que nós também… Ele estava entubado e inchado, por causa dos remédios.

Nestes dias tivemos de nos contentar em ficar longe dele, somente pegar na mão, segurar pelos buracos da incubadora. Nada de colo por enquanto.

Aprendemos que até a quarta cirurgia o Tom teria duas metades do intestino sem ligação, com dois orifícios externos. Mas como ele continuaria em jejum, nenhuma bolsa seria necessária.

A terceira cirurgia foi, para mim, a mais “tranquila”. Ela pareceu uma continuidade da outra. Como se a outra sequer tivesse terminado – a dor e a angústia ainda estavam lá.

Nesta cirurgia ele perdeu mais intestino e, segundo o cirurgião, estava com intestino “quase curto”. Esperaríamos algumas semanas para uma nova intervenção, desta vez para “juntar” o intestino.

Como se as coisas fossem assim tão simples para o Tom.

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3 pensamentos sobre “reabordagem

  1. Isso Tom, luta não desista estamos orando pela sua melhora, os anjos que estão a sua volta não vão descansar enquanto eles sabem como você precisa da proteção de Divina, Bia, não desista, insista tenha fé amanhã esta nas mãos de Deus bjs saudades.

  2. Pequeno grande guerreiro,
    Aqui estamos acompanhando sua história de garra e torcendo com todos os anjinhos pra vc sair logo. Tudo vai dar certo!!!
    As melhores energias pra vcs 4!
    Beijos
    Silvia, Max e Kyara

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